Óleo essencial diluído, "essência" vendida como óleo e fragrância sintética com nome de planta são mais comuns do que parece. Veja o que conferir no rótulo, no frasco e no próprio óleo antes de comprar.
Leitura de 6 minutos · Equipe Pura Botânica
Um óleo essencial é o extrato concentrado de uma planta, obtido por destilação ou prensagem. Quando ele é diluído em óleo vegetal ou álcool, ou trocado por uma fragrância sintética, o aroma muda, o rendimento cai e o resultado no difusor ou na rotina de cuidados não é o mesmo.
O problema é que, à primeira vista, um frasco de óleo puro e um frasco de óleo misturado podem parecer iguais. Por isso vale conhecer os sinais abaixo.
Um óleo essencial sério informa o nome científico da planta, como Lavandula angustifolia (lavanda) ou Melaleuca alternifolia (tea tree). Isso evita confusão entre espécies diferentes com o mesmo nome popular.
Se o rótulo fala em essência, aroma ou fragrância, não é óleo essencial puro. Também desconfie de composições com "óleo vegetal" ou "álcool" quando o produto é vendido como 100% puro.
Informações como "destilado a vapor das flores" ou "prensado a frio da casca" mostram que o fabricante conhece a origem do óleo. Óleos cítricos, como laranja e limão, costumam ser prensados a frio; a maioria dos outros é destilada.
Óleos essenciais se degradam com a luz e atacam alguns plásticos. O padrão é o frasco de vidro âmbar ou azul, com conta-gotas, que também ajuda a dosar.
Número de lote, validade e a identificação de quem envasou são sinais de controle. Eles permitem rastrear de onde veio aquele óleo.
Cada óleo tem um custo diferente. Rosa, sândalo, mirra e olíbano, por exemplo, exigem muito material vegetal e custam mais. Um preço muito abaixo da média, principalmente quando todos os óleos de uma marca custam o mesmo, é um sinal de alerta.
Um teste caseiro conhecido é pingar uma gota do óleo em papel branco e esperar algumas horas. A maioria dos óleos essenciais evapora e não deixa mancha de gordura, enquanto um óleo misturado com óleo vegetal deixa uma marca oleosa.
Óleos mais densos e resinosos, como mirra, vetiver, patchouli e sândalo, podem deixar um leve resíduo mesmo puros. E o teste não identifica fragrância sintética. Use como uma pista, e não como prova.
A forma mais confiável de conhecer a composição de um óleo essencial é a análise em laboratório, como a cromatografia gasosa, que mostra os componentes presentes no óleo e ajuda a identificar adulterações. Por isso, marcas sérias trabalham com fornecedores que enviam laudo de cada lote e fazem o próprio controle de qualidade.
Na Pura Botânica, recebemos o laudo do fornecedor e fazemos análise interna de qualidade de todos os lotes. Os óleos são envasados em fábrica própria, em frascos de vidro âmbar com conta-gotas, com o nome botânico da planta no rótulo.
Você pode ver como funciona esse processo na página Qualidade Pura Botânica.
Confira se o rótulo traz o nome botânico, o método de extração, o lote e a validade, se não há essência, aroma ou fragrância na composição, se o frasco é de vidro âmbar e se o preço é coerente com a planta.
Não. O óleo essencial é extraído da planta. A essência é uma fragrância, geralmente sintética, que imita o cheiro da planta.
Ele ajuda a identificar mistura com óleo vegetal na maioria dos óleos, mas óleos densos como mirra e vetiver podem deixar resíduo mesmo puros, e o teste não detecta fragrância sintética.
É o resultado da análise de laboratório de um lote de óleo, geralmente por cromatografia gasosa, que mostra os componentes presentes e ajuda a confirmar a identidade e a qualidade do óleo.
Sim. São 100% puros, sem diluição nem fragrância sintética. Recebemos laudo do fornecedor, fazemos análise interna de todos os lotes e envasamos em fábrica própria.
Laudo de cada lote, envase em fábrica própria e entrega para todo o Brasil.
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